quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

CRIME BRUTAL Mato-grossense é assassinada em SP; polícia caça suspeito



A mato-grossense Débora Soriano de Melo, de 23 anos, foi brutalmente assassinada no último dia 14 de dezembro,
JAD LARANJEIRA
DA REDAÇÃO
A mato-grossense Débora Soriano de Melo, de 23 anos, foi brutalmente assassinada no último dia 14 de dezembro, em um bar na zona leste de São Paulo (SP).

A jovem, que era moradora de Cáceres (255 km de Cuiabá), deixa dois filhos.

Segundo o site Carta Capital, o principal suspeito é Willy Gorayeb Liger, de 27 anos.

Ele é gerente do bar em que a jovem foi vista pela última vez com vida. Foi o próprio primo do suspeito, que também é dono do bar, que procurou a polícia para denunciar o caso.

Segundo ele, no dia do crime, o primo havia ligado para ele, informando que iria levar duas garotas ao bar. Mais tarde, naquele dia, ele conta que viu a jovem na companhia do primo e mais três pessoas – uma mulher e dois homens.

O dono do bar ainda relata que, após isso, o primo ligou falando que havia “perdido a cabeça” e matado a jovem. Desesperado com a situação, o homem ainda sugeriu ao telefone que Willy tentasse reanimar Débora.

O suspeito disse ao primo que golpeou a jovem na cabeça com um taco de beisebol e ainda pediu para que ele não abrisse o bar no dia seguinte, pois queria dar um sumiço no corpo da vítima.

Apavorado, o dono do bar decidiu procurar a polícia e denunciar Willy.
suspeito
Willy Gorayeb Liger, de 27 anos, teria cometido o crime. Ele está foragido

De acordo com a reportagem, quando a polícia chegou ao estabelecimento, encontraram o corpo da jovem com hematomas no rosto, cabeça e seu pescoço estava enrolado com fios.

Além disso, Débora estava com a saia levantada e sem calcinha. Ela usava sutiã e estava com a blusa levantada acima do peito.

Foram solicitados exames para saber se a jovem também foi vítima de abuso sexual.

O suspeito está foragido. Ele já era procurado por estupro e roubo.

A Polícia Civil de São Paulo está investigando o caso e informou que já ouviu as outras três pessoas que estavam com a vítima no bar, no dia do crime.

Débora estava solteira e era militante feminista na cidade. Ela também integrava movimentos ligados à luta de mulheres em São Paulo.
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